Literatura nas artes: Ilíada, Iracema e Caramuru

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Mais um post da série Literatura nas Artes. Se começarmos a prestar atenção em museus, perceberemos que há muita literatura em museu, mas nem sempre temos referências suficientes para identificá-las.

No post anterior, tratei de algumas obras bem interessantes.

+ Literatura nas artes: Eneida, Fausto, Alice no país das maravilhas

Como disse no outro post, no Museu Metropolitan vi algumas referências literárias.

+ Nova York: Museu Metropolitan

Aqui tratarei de outra escultura garbosa (ou será garbosa a figura representada?) que encontrei nesse museu:

Paris

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Em Ilíada, de Homero, poema que conta parte da guerra de Tróia, há a figura de Paris, filho do rei de Tróia e causador da guerra. Sabemos bem que essa guerra começou em razão de Paris ter raptado Helena, esposa de Menelau, rei de Esparta.

Como já contei bastante essa história por aqui, não me estenderei mais.

+ Resenha: Ilíada (Homero)

+ A Ilíada ilustrada

Em São Paulo, há na Pinacoteca do Estado referências interessantes a nossa literatura.

+ Conhecer São Paulo: Pinacoteca

As esculturas fazem referência à nossa literatura indianista do século XIX, temos os dois personagens principais de Iracema, de José de Alencar.

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Na primeira imagem temos Peri; na segunda, Ceci. Esses personagens são clássicos de nossa literatura e representam os primórdios da povoação do Brasil após o “descobrimento” dos portugueses.

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Vocês hão de se lembrar que já fiz resenha desse livro por aqui, né?

+ Resenha: Iracema (José de Alencar)

Continuando na Pinacoteca, temos uma personagem de poema representada em escultura.

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É a Moema. No conto VI do poema Caramuru, de Santa Rita Durão, temos a morte de Moema. Percebam que foi essa a passagem cristalizada na escultura.

Por enquanto é isso. Quando tiver mais referências para associar, farei outro post.

Muito +

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