Nova York: Museu Guggenheim


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 Em minha saga pelos museus espetaculares de Nova York, não poderia deixar de fora um menorzinho, mas de grande peso. Refiro-me ao:

Guggenheim

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 A arquitetura do Guggenheim é linda! Reparem:

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Esse museu foi construído na segunda metade do século XX e é mantido pela Fundação Solomon Robert Guggenheim. Saibam que, além deste de NY, há alguns Guggenheins pelo mundo afora: Bilbao, Veneza, Berlim, Las Vegas, Guadalajara… e está em construção um outro em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. 

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Se comparado ao MoMA e, principalmente, ao Metropolitan, ele é minúsculo. No entanto, é lindo.

+ Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA)

O acervo permanente é reduzido, porém potente. Há algumas obras de Picasso, dentre as quais destaco estas:

Percebam que as obras abrangem mais de uma faze do artista. Você não precisa conhecer as fases de Picasso para saber disso, basta olhar os traços e as cores que é possível notar a diferença.

Há algumas obras de Kandinsky por aqui:

A força da cor está sempre presente nesse artista. Se você reparar bem, notará semelhança entre ele e outro mais próximo de nós.

Estou me referindo ao espanhol Joan Miró, que foi muito influenciado por Kandinsky. Vejam:

Mas essa obra de Miró não faz parte do acervo do Guggenheim. Mostrei apenas para ilustrar.

Aqui também temos um quadro representante do período em que Van Gogh esteve internado em Saint-Rémy.

Mondrian com suas obras de fases menos conhecidas:

Esta obra abaixo nem parece de Mondrian. Mas é.

Temos Chagall:

E há algumas obras de pintores franceses bem representativos de meados do século XIX. Dentre estes, destaco…

Os traços precisos e ao mesmo tempo frouxos de Cèzanne:

Um Manet que lembra muito o Renoir:

Collection Online | Édouard Manet. Before the Mirror (Devant la glace). 1876 - Guggenheim Museum

Um Renoir que está mais para Manet:

Tive a impressão que esses dois pintores trocaram suas paletas de cores para compor os dois quadros das imagens acima.

Também temos as eternas dançarinas de Degas:

Um Gauguin que preferiu deixar em primeiro plano um varão, em vez das nativas do Tahiti.

Um Pissarro que fez uma paisagem de Pontoise que mais parece uma fotografia.

Ai, ai… a arte tem o poder de embevecer e acalmar, não é mesmo?

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