O que esperar de Baudelaire

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Seguindo com a série O que esperar de… dessa vez vou tratar de um de meus poetas favoritos: Charles Baudelaire.

O objetivo dessa série é apresentar o contexto sócio-histórico de um autor para melhor entendermos quem fala, de onde fala, porque fala e como fala. Isso tudo porque considero isso importante para não cometermos anacronismo: olhar com “olhos contemporâneos” contextos longínquos e, consequentemente, bem diferentes da realidade que conhecemos. Isso porque cada pessoa é fruto de sua época, nasce num contexto social já dado e, por mais que tente, não consegue se excluir dele; por isso, sua experiência de vida impacta sua obra literária.

Baudelaire é considerado o precursor da modernidade no âmbito estético e pai do simbolismo. Francês, nascido em 1821 e morto 1867, o poeta viveu num período de revoluções burguesas e também de transformação de Paris de cidade medieval para cidade moderna, a cidade luz. Todas as manifestações e mudanças influenciaram a obra do autor, como não poderia deixar de ser, e aparecem claramente em seus poemas. 

Já tratei de alguns lugares frequentados em Paris por Baudelaire e seus amigos na região de Montmartre:

+ Sistemáticas: Paris, modernidade e Baudelaire

+ Rota de Artista: Montmartre – parte I

+ Rota de Artista: Montmartre – parte II

Dentre os poemas citados estão:

  • A uma passante
  • Embriagai-vos
  • O albatroz
  • Correspondências
  • O mau vidraceiro

Se você quiser saber mais, especificamente, minhas impressões e expressões sobre Charles Baudelaire, seu contexto e meus comentários sobre seus principais poemas, assista ao vídeo abaixo.

Viagem na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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