Resenha: A náusea (Jean-Paul Sartre)

1 Flares 1 Flares ×

Dessa vez venho falar de um romance filosófico muito apreciado. Com vocês, 

A náusea, de Jean-Paul Sartre

O enredo

O historiador Roquentin vai para uma cidadezinha litorânea para pesquisar a vida de um diplomata, Rollebon, que viveu no século XVIII, para escrever sua biografia. Ele começa a perceber o ritmo da cidade, a estabelecer uma rotina de pesquisa, indo diariamente à biblioteca. Aos poucos, Roquentin vai se incomodando com as coisas que vê e com a própria rotina. Ele percebe que as coisas não têm fundamento, não têm sentido e começa a sentir náusea. Ele desiste de fazer a biografia do diplomata, mas continua na cidade, de maneira solitária, enredado pela náusea e pela falta de sentido das coisas que ia percebendo até descobrir o significado da náusea que sentia.

A narrativa

O relato é feito em terceira pessoa por um narrador onisciente, quase invisível e quase se fundindo com o personagem principal.

Minhas impressões e expressões

Para entender bem esse livro, é necessário conhecer um pouco da filosofia de Heiddeger e a filosofia do próprio Sartre, desenvolvida após esse romance, mais precisamente em O ser e o nada. No vídeo abaixo, além de comentar o livro com mais riqueza de detalhes, comento o contexto filosófico que tangencia a obra. Confiram!

Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

Veja mais resenhas de literatura francesa