Resenha: A peste (Albert Camus)

0 Flares 0 Flares ×

Dessa vez venho apresentar uma alegoria sobre a ocupação nazista, embora não cite o nazismo e nem a guerra. Estou me referindo a…

A peste, de Albert Camus

O enredo

Na cidade de Oran de repente começam a surgir ratos mortos. Dezenas, centenas deles. O Dr. Rieux, um médico, envolvido com a doença da mulher, começa a reparar nesse fenômeno dos ratos até que começa a atender pessoas com sintomas de uma doença que parece terrível. Vão surgindo mais doentes e morrendo muitas pessoas. Até que não se pode negar as evidências: peste bubônica. A cidade é isolada, e é travada um luta, encabeçada por dr. Rieux, para combater a doença. Nesse contexto, há personalidades que desempenham um papel bem específico na história, além do médico, temos o prefeito, um padre, um capitalista, um jornalista, um juiz e um homem sobre o qual não se sabe muita coisa, pelo menos no princípio, que ajuda tenazmente o dr. Rieux.

Esta história é uma alegoria sobre a ocupação nazista na qual cada personagem simboliza um ator  ou uma instituição social. No entanto, essa alegoria sobre o nazismo também é uma metonímia sobre a condição humana. Que papel cada um de nós desempenha? O que é a peste?

A narrativa

O relato é feito em terceira pessoa por um narrador que se apresenta como onisciente, mas que no final da história revela sua identidade. É uma narrativa distanciada, de alguém que sabe começo, meio e fim da história, o que o faz se deter ou acelerar em passagens que considera mais importantes ou não. É uma narrativa de quem tem uma moral da história, que vai revelando aos poucos, não necessariamente no final da história.

Minhas impressões e expressões

Embora O estrangeiro seja o romance mais conhecido de Camus, A peste é considerado por muitos sua obra mais importante. Se quiser uma análise da obra e a interpretação dessa alegoria-metonímia, assista ao vídeo abaixo.

Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

Veja posts de outros textos de Albert Camus

Veja mais resenhas de literatura francesa

Be the first to comment

Leave a Reply

Seu e-mail não será publicado.


*