Resenha: A queda (Albert Camus)

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 Um pouco mais de Camus para nós!

A queda, de Albert Camus

O enredo

Um advogado, na mesa de um bar, começa a contar sua trajetória a um interlocutor que não sabemos quem é, mas também não faz diferença sabê-lo, pois ele faz apenas figuração. Nessa conversa-monólogo temos um relato que vida com função de confissão de um “juiz penitente”. Esse advogado morava em Paris, era bem sucedido, tinha critérios próprios para defender seus clientes, fazia sucesso com as mulheres e levava uma vida bem estruturada, de acordo com tudo que havia planejado para si. Tudo começou a mudar quando, ao andar na rua, escutou uma risada, que parecia ser um riso de escárnio ou de ironia. Ele achou que esse riso era destinado a ele e começou a se inquietar, a pensar na vida. Outro fato que o desestruturou foi ter escutado o som de alguém, na ponte, caindo na água: a queda. A combinação desses dois fatos o fez reconsiderar a própria vida: se mudou para Amsterdam, passou a defender causas de prostitutas, gigolôs etc. rebaixou o nível de vida, parou se sair com mulheres apenas para usá-las etc. Tudo isso foi resultado de muita reflexão sobre as motivações de suas ações: era ele honesto e bem intencionado em seus atos? Ao chegar às respostas, chegou à conclusão de que precisava mudar de vida, precisava se penitenciar.

A narrativa

O relato é feito em primeira pessoa pelo próprio advogado, o juiz penitente. 

Minhas impressões e expressões

Escrito após os horrores da Segunda Guerra Mundial, esse livro nos faz pensar sobre nossa atuação no mundo, considerando nossas ações e nossas intenções ao realizá-las. Se quiser comentários mais detalhados sobre a obra e também saber de minhas impressões e expressões, assista ao vídeo abaixo.

Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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