Resenha: Aventuras de Huckleberry Finn (Mark Twain)

Aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain
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Pela primeira vez neste blog apresento este autor americano, com vocês:

Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain

O enredo

Mississipi, Estados Unidos, segunda metade do século XIX. Huckleberry é um garoto de 14 anos, muito esperto, que vive com seu pai alcoólatra em condições precárias. Huck se divide em viver com o pai, por quem é constantemente espancado, e com uma senhora que pretende adotá-lo. Nenhuma das duas alternativas o agrada, por isso ele forja a própria morte, simulando um acidente do qual teria sido vítima fatal. Ele foge para uma ilha, onde encontra Jim, escravo da senhora que pretendia adotar Huch. Jim está na ilha porque fugiu na noite seguinte ao acidente simulado de Huck. O garoto decide não entregar Jim e tenta ajudá-lo a chegar ao Norte dos EUA, onde a escravidão já havia sido abolida. Os dois em fuga navegam pelo rio Mississipi se disfarçando e se envolvendo, entre um disfarce e outro, em inúmeras aventuras.

A narrativa

Essa história é narrada em terceira pessoa por um narrador onisciente quase invisível. É bem contada e muito envolvente. Narrativa super dinâmica.

Minhas impressões e expressões

Nesse livro aparece a figuro de Tom Sawyer, assim como no livro de Tom Sawyer aparece a figura de Huckleberry Finn. Porém esse livro é bem melhor do que Aventuras de Tom Sawyer por conta da temática que aborda.

Esse livro questiona a irracionalidade da escravidão. Enquanto os adultos parecem não ter razoabilidade ou sensibilidade, um garoto de 14 anos desafia as leis, consegue ser mais humano do que a maioria e age em conveniência aos seus princípios. 

É um livro que deve ter incomodado muito a sociedade racista dos sul do Estados Unidos. Gostei muito e recomendo fortemente. 

Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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