Resenha: Candido ou O otimismo (Voltaire)

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 Dessa vez trago uma releitura, ou melhor, um trileitura. Sim, já li essa obra três vezes!

Candido ou O otimismo, de Voltaire

O enredo

 Candido, um rapaz ingênuo recebe ensinamentos de seu mentor, Pangloss, que ensina ao rapaz esse mantra:  “tudo vai pelo melhor no melhor dos mundos possíveis”. Acontece uma desgraça atrás da outra e Pangloss e Candido ainda acreditam que este é o melhor dos mundos. O enredo é fantástico e bem ritmado, num momento Candido está em Portugal, durante o Terremoto de Lisboa (1755); em outro momento no Paraguai com as missões jesuíticas e por aí vai…

A narrativa

 É uma fábula fantástica e sarcástica, por isso, o narrador é distante, quase imperceptível, o que também emprega um bom ritmo ao texto. 

Minhas impressões e expressões

 Adoro essa obra! Voltaire resolve fazer uma crítica ao filósofo Leibniz, representado nas ideias de Pangloss, que acreditava que vivemos no melhor dos mundos. Gosto muito de como a obra termina. Creio que a reflexão final é uma daquelas que a gente tem que carregar para a vida toda.

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Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente! 

Muito +

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