Resenha: Cem anos de solidão (Gabriel García Márquez)

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Se quiser indicação de um livro altamente envolvente e apaixonante, leia:

Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez

O enredo

José Arcadio Buendía e Úrsula são uns dos fundadores de Macondo, um vilarejo que aos poucos vai crescendo, e os patriarcas de uma família marcada pela solidão e pela repetição de nomes: são vários Arcadios, Aurelianos, Remedios, Ursulas, Amarantas… Durante cem anos, são apresentadas sete gerações dessa família apaixonante, sem heróis e sem vilões. São personagens-pessoas guiados mais pelo instinto do que pelo verniz social. Eles matam, morrem, odeiam, amam, se vingam… e nos fazem apaixonar. Não há idealização, há pulsão de vida e de morte. A cada um acontece histórias fantásticas, às vezes, pouco verossímeis, mas que compõem perfeitamente um enredo fantástico.

A narrativa

O texto é relatado por um narrador onisciente, que tudo sabe e que controla bem  o tempo da história que conta: suspende o presente narrado para adiantar acontecimentos futuros. Outra característica é que começa o texto em media res: começa pelo meio da história, depois vai para o começo até o meio, depois do meio para o fim. Ufa! Parece confuso? Não é. Há vários livros que começam assim. Não posso deixar de dizer que a narrativa é super dinâmica e com bom ritmo.

Minhas impressões e expressões

Há muitas pessoas o livro parece tratar de acontecimentos surreais, fantásticos, porém há menos realismo fantástico do que se pode imaginar. O próprio autor já afirmou isso, e eu também já o pude comprovar ao tomar conhecimento de histórias verídicas, mas tão pouco verossímeis quanto as narradas neste livro. O interessante é que por meio da formação de Macondo percebemos como, aos poucos, se forma uma cidade, com suas instituições e regras. 

Se quiser saber mais sobre minhas impressões e impressões sobre essa incrível história, assista ao vídeo abaixo:

Viagem na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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