Resenha: O conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas)

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 Mais um livro de Dumas, mais um pouco de literatura francesa:

O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas

O enredo

França, 1813, Napoleão Bonaparte exilado na Ilha de Elba. Após doença do capitação, Edmond Dantès, marinheiro da embarcação assume o comando da tripulação e também a incumbência do ex-capitão: entregar uma carta de Napoleão Bonaparte para alguém em Marselha. Ao atracar, Dantès é elogiado pelo dono da embarcação pelo ato de bravura e é promovido à capitão, deixando outro marinheiro com inveja. Dantès vivia com seu pai e pretendia se casar com Mercedes. Porém, Dantès foi vítima de um complô no dia de seu noivado: o marinheiro invejoso e um interessado em Mercedes resolveram tirar Dantès da jogada e fizeram uma denúncia, acusando Dantès de  envolvimento com Bonaparte e, consequentemente, de conspiração. O juiz encarregado do questão era filho do destinatário da carta (por isso, poderia ser acusado de conspiração) e, mesmo sabendo da inocência de Dantès mandou trancafiá-lo no Château d’If, prisão de onde ninguém escapava.

Dantès ficou 23 anos na prisão. Durante esse período conheceu um padre que era considerado louco por dizer que havia um tesouro enterrado numa ilha. Esses dois ficaram amigos e o padre abriu os olhos de Dantès sobre seus inimigos que conspiraram contra ele. O padre também ensinou muitas coisas a Dantès, inclusive vários idiomas. O padre faleceu e quando jogaram o corpo no mar, não era o padre, era Dantès, que assim conseguiu escapar da prisão. Em liberdade, Dantès achou o tesouro, tornou-se o Conde de Monte Cristo, voltou a Marselha, se vingou de todos os seus inimigos e ajudou seus amigos. Enfim, um justiceiro.

A narrativa

O relato é feito em terceira pessoa por um narrador onisciente. Assim como em Os três mosqueteiros, a narrativa é dinâmica, fluida. 

Minhas impressões e expressões

 É uma história repleta de inverossimilhança, mas é um ótimo entretenimento. O ritmo da narrativa e o afã por reparação das injustiças nos faz ler o livro de maneira bem prazerosa, mesmo ele sendo gigante.

Viagem na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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