Resenha: Frankenstein e o mito de Prometeu

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 Já fiz um post tratando das duas versões do mito de Prometeu, lembram?

+ Entendendo a mitologia: o mito de Prometeu

Agora, falarei de Frankenstein, o Prometeu moderno.

Frankenstein, de Mary Shelley

O enredo

O jovem Frankenstein, depois de aprofundar seus conhecimentos em química orgânica, resolve criar um ser grande e assustador a partir de restos de cadáver. Após dar vida ao ser, por meio de uma centelha de eletricidade, Frankenstein perde total controle sobre sua criatura, que sai pelo mundo para aprender a viver. Em suas andanças, a criatura observa a distância uma família, aprende a falar e tem vontade de interagir com as pessoas, receber afeto etc. Contudo, sua aparência apavora todos ao seu redor. Ao perceber a impossibilidade de viver normalmente, a criatura se torna violenta e vai atrás de seu criador, fazendo exigências e se vingando daquele que o criou para sofrer num mundo onde não conseguiu ter interlocução.

A narrativa

A narrativa é bem característica do século XIX, um que conta para o outro, por meio de cartas, uma história que presenciou ou sobre a qual ouviu falar. Por isso, é um relato bem descritivo.

Minhas impressões e expressões

É uma obra que coloca em xeque a arrogância do homem em desafiar as leis da natureza. No vídeo abaixo, comento bem e comparo as duas versões do mito de Prometeu com a história de Frankenstein. Confiram! 

 Viagem na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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