Resenha: Madame Bovary (Gustave Flaubert)

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Venho falar de uma obra super clássica, muito interessante e já lida por mim umas três vezes. Com vocês:

Madame Bovary, de Gustave Flaubert

O enredo

 Ema vive com seu pai numa cidade provinciana até que seu pai adoece e é necessário chamar um médico, Charles Bovary, com quem Ema acaba se casando. Charles é o típico ser bege, medíocre. Ema, acostumada aos amores dos romances que costuma ler, logo percebe que sua vida será muito diferente do que ela sonhou. Assim surge o tédio e a infelicidade em sua vida. Ema engravida e fica contente em imaginar que pode ser um menino, um ser livre; nasce uma filha. A condição de Ema (esposa de um marido pouco expressivo e mãe de uma menina) a deixa insatisfeita cada vez mais. Os momentos de alegria de Ema ocorrem quando ela tenta se aproximar da vida que considera excitante: festa, romance, liberdade… Movida por esses anseios, Ema trai o marido. Trai mais de uma vez e com mais de uma pessoa.

A narrativa

O texto é relatado por um narrador onisciente, que tudo sabe, tudo vê, tudo analisa… 

Minhas impressões e expressões

Adoro esse livro! A Ema é uma mulher que opta por se sentir viva. Muitas pessoas, ainda hoje, não tem coragem de buscar o que faz sentido para si e vive conforme a sociedade “autoriza”. A condição feminina no século XIX não era para Ema, não era com essa situação que ela se identifica e a qual ela resiste.

Viagem na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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