Resenha: O enfermeiro (Machado de Assis)

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Como não poderia deixar de ser, mais um conto de Machado de Assis:

O enfermeiro

O enredo

Procópio José Gomes Valongo, já em seus últimos dias de vida, resolve contar um episódio que se passou com ele quando jovem. Nessa ocasião, ele aceitou ser enfermeiro de um velho moribundo intratável, terror de todos os demais enfermeiros que já havia passado por lá. A situação começou a ficar insustentável entre os dois, até que um acontecimento mudou o rumo da história.

A narrativa

A história é narrada em primeira pessoa e em retrospectiva. Percebam que a retrospectiva  carrega em si o distanciamento temporal, que tanto pode ajudar o narrador a organizar as ideias e refletir melhor sobre a série de fatos passados quanto pode favorecer o narrador a reinterpretação do fatos, contar a história de outro modo, sabe? Por que digo tudo isso? Durante a narrativa, tomamos partido e tendemos a ficar do lado de um dos personagens. Mas Machado não seria Machado se tivesse terminado esse conto de outra forma.

Minhas impressões e expressões

Machado de Assis escreveu algumas histórias que poderiam ter sido escritas por outros bons escritores, mas também escreveu histórias que são muito características de seu gênio. Essa história é uma delas. Vejam o conto integral aqui.

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Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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