Resenha: O grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)


O grande Gatsby (F. Scott Fitzgerald)
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Dessa vez venho falar de um livro famosinho, que li há muito tempo, mas como precisava comentá-lo por aqui, reli. Refiro-me a:

O grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald

O enredo

Estados Unidos, década de 1920, Era do Jazz. A costa oeste americana vive num clima de efervescência econômica após a Primeira Guerra Mundial, situação histórica que enriqueceu o país. Ao mesmo tempo, todos vivem a restrição da lei seca. Nesse contexto, encontramos a figura de Jay Gatsby, um homem que enriqueceu muito nesse contexto de prosperidade e que promove grandes festas regadas à bebida (mesmo ilícita) e jazz. Muito se comenta sobre a forma duvidosa do enriquecimento de Gatsby, o que ajuda a construir sua imagem mítica. Gatsby faz as festas para impressionar Deisy, sua paixão da adolescência, mas ela é casada; mesmo assim os dois mantém um caso.

A narrativa

A história é contada em primeira pessoa por Nick Carraway, primo de Deisy e vizinho de Gatsby. O fato de Carraway narrar a história reforça a imagem de Gatsby: uma figura quase mítica, um self-made man que permeia o imaginário dos americanos.

Minhas impressões e expressões

Do ponto de vista literário, não há nada de mais nesse livro; também não há nada de menos. A importância do livro está em sua contribuição histórica, que representa um momento crucial na história americana. A década de 1920 foi importantíssima para o país, foi o momento em que os EUA começou a se tornara a potência econômica que é hoje e a “institucionalizar” a lógica do consumo. Tudo isso regado à bebida ilícita e ao jazz. Além disso, esse contexto americano também ajuda a explicar o clima do período entre guerras, o contexto pré-crash da Bolsa de Nova York e o comportamento da geração perdida. Parece muito para um livro tão curto, não?

Veja abaixo minhas impressões e expressões sobre essa obra literária.

Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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