Resenha: O morro dos ventos uivantes (Emily Brontë)

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Essa resenha é para quem gosta de história de amor mais forte que a morte. Falarei um pouco de:

O morro dos ventos uivantes, de Emily Brontë

O enredo

O pai de Cathy e Hindley, senhor Earnshaw, ao voltar de uma viagem, traz consigo um menino órfão, Heathclif que todos pensam ser cigano. O garoto é arredio, protegido do senhor Earnshaw, detestado por Hindley e queridinho de Cathy. O tempo passa, o pai de Cathy morre, ela e Heathclif não se desgrudam, mas Hindley maltrata “o cigano”. Depois de um acidente em que Cathy se machuca e é cuidada por algumas semanas por seus vizinhos, ela volta diferente, mais refinada e próxima dos vizinhos – principalmente do rapaz, Linton –  e se distancia de Heathclif, que fica ainda mais agressivo.

Escondido, Heathclif escuta Cathy dizer a Nelly que não poderia ficar com ele por conta de sua falta de perspectiva futura e afirma que vai se casar com Linton. Ela continua a contar a Nelly sua desesperada paixão por Heathclif (“Eu sou Heathclif”), mas não ficou para escutar essa parte porque foge furioso. Heathclif volta rico alguns anos depois, quando Cathy já está casada, se vinga de todos que o humilharam, mas há Cathy, por quem ainda é extremamente apaixonado.

A narrativa

É um história dentro de outra história. Inicialmente temos o locatário da Granja dos Tordos, que conta como foi seu inóspito contato inicial com os Earnshaw e Heathclif. Intrigado com os acontecimentos, questiona a governanta Nelly a explicar-lhe a história que presenciou da propriedade do Morro dos Ventos Uivantes. Nelly conta tudo que aconteceu no passado, depois o locatário dá continuidade à narrativa e conta o desfecho. Por tudo isso, é desnecessário dizer que a narrativa é feita em terceira pessoa.

Minhas impressões e expressões

Essa é uma de minhas histórias de amor favorita: forte e dramática. É muito passional, as emoções são em doses exageradas: amor, ódio, vingança etc. Até os descendentes sofrem os impactos da paixão de Heathclif e Cathy.

Viagem na leitura, já que a vida real é insuficiente!

Muito +

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