Resenha: Os meninos da rua Paulo (Ferenc Molnár)

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Então… li um livro infanto-juvenil. mas não é qualquer livrinho, não. É um best-seller, uma produção húngara que tem encantado o mundo todo por sua sensibilidade e vários outros adjetivos. Estou falando de:

Os meninos da rua Paulo, de Ferenc Molnár

O enredo

No final do século XIX, um grupo de meninos, os meninos da rua Paulo, com idade em torno de 12, 14 anos, utilizam um espaço no bairro, um espécie de terreno baldio, para jogar pela, um tipo de jogo com bola que lembra o beisebol, ou o taco. Um outro grupo de meninos do bairro decidem que também precisam daquele espaço para jogar e resolvem disputar o espaço com o outro grupo. Pronto. A guerra está decretada, com dia e hora marcados. As táticas de guerra, a organização hierárquica e, sobretudo, a ética desses meninos é uma coisa fora de série. Jogo limpo acima de tudo.

A narrativa

O texto é narrado em terceira pessoa por um narrador onisciente totalmente envolvido emocionalmente com seus personagens. O tradutor do texto, Paulo Ronái, nos alerta para algumas passagens que evidenciam que o autor era um dos meninos da rua Paulo. Se assim for, é como um livro de memórias. Legal, né?

Minhas impressões e expressões

A narrativa é altamente envolvente e os personagens são apaixonantes. A figura do líder e sua relação com os seguidores, no caso dos dois grupos, é algo a ser ensinado aos adultos. Meninos brincando de gente grande, ensinando gente grande a se comportar como adulto. Fantástico e emocionante! 

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Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente!