Resenha: A religiosa (Denis Diderot)


A religiosa, de Diderot
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Dessa vez, trago uma autor novo, conhecido no século XVIII por outros feitos. Com vocês,

A religiosa, de Denis Diderot

O enredo

França, século XVIII. A adolescente Suzana é mandada para um convento sem ter vocação religiosa. Suzana confessa não ter vocação à madre superiora e pede para sair do convento, mas não é bem aceita em casa, onde descobre que tem que passar por essa situação porque não é filha legítima daquele que acreditou ser seu pai. Suas irmãs, filhas legítimas, tiveram destino diferente, debutaram, participaram da vida social etc. Suzana vai para outro convento, confessa novamente que não tem vocação, sofre perseguição e tortura, pois é acusada de ter o diabo no corpo etc. De convento em convento ela segue sofrendo. Num convento, ela recebe atenção muito especial da madre superiora, uma lésbica que se interessa por Suzana. Até que num convento ela conhece um padre que, assim como ela, não tem vocação religiosa e a ajuda.

A narrativa

O relato é feito em primeira pessoa pela própria Suzana, o que faz o padecimento dela parecer ainda mais vivo e real.

Minhas impressões e expressões

Esse livro, que é uma crítica à família e à igreja, que forçam e punem uma pessoa sem vocação a levar uma vida indesejada para manter as aparências. O pior de tudo é que é uma história real.

 Viaje na leitura, já que a vida real é insuficiente! 

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