Já ouviu falar em hospedagem colaborativa?

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No exterior é muito comum o serviço de hospedagem familiar para estrangeiros. No Brasil, esse movimento vem ganhando adeptos com o conceito de hospedagem colaborativa. A sistemática desse serviço é a seguinte: se você tem um imóvel ou um cômodo na sua casa que está vazio, pode oferecê-lo a viajantes do mundo inteiro que pretendem conhecer sua cidade. Essa prática é comum entre mochileiros, que evitam pagar hotéis caros no exterior.

A hospedagem colaborativa é diferente da hospedagem privada, situação em que os valores cobrados já são divulgados no site. No caso da hospedagem colaborativa, os preços não são fixos, os interessados negociam particularmente o valor que um se predispõe a ceder e o outro aceita pagar.

Existem sites em que anfitriões e hóspedes se cadastram, agendam os períodos em que vão ficar nos espaços disponibilizados por proprietários de casas e imóveis. Há o Fica lá em casa e o LocHospedagem, ambos brasileiros. Também há o AirBnb (americano) e o Wimdu (alemão), ambos em português. O preço das diárias é combinado entre os dois e o site é remunerado por ambos. A hospedagem colaborativa pode ficar até 80% mais barata do que hotéis e pousadas. É uma grande diferença! Os serviços oferecidos pelo anfitrião (café da manhã,  internet, dentre outros) são combinados diretamente em as duas partes. Tudo bem flexível.

Por outro lado, a hospedagem colaborativa também pode ser gratuita. Nos sites Couchsurfing Hospitality Club, os viajantes se cadastram e se conectam com pessoas que moram nos destinos turísticos. Os anfitriões oferecem estadia gratuita na própria casa, que pode ser um lugar no sofá, dividindo o quarto ou até um quarto privativo.

Em um evento, o Sebrae incentivou a hospedagem colaborativa. Veja aqui.

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